18 de abril de 2017

COTAÇÕES: Dólar, Euro, Libra e Peso.

COMPRAVENDAVARIAÇÃO
Dólar com.3,11263,1134+0,29%
Dólar tur.2,95003,2600+0,31%
Euro3,33133,3341+1,05%
Libra3,98533,9898+2,42%
Pesos arg.0,20300,2037-0,24%

Fonte: Thomson Reuters

10 de abril de 2017

FGTS na mão

As agências da Caixa em todo o país vão abrir duas horas mais cedo hoje para o saque de contas inativas do FGTS. A segunda fase começou no sábado e vale para quem nasceu em março, abril e maio.

De acordo com o banco, só é obrigatório levar a carteira de trabalho se for sacar mais de R$ 10 mil. Mas, se houver alguma falha no registro das informações, é preciso apresentar a carteira e, se possível, a rescisão do contrato.

As unidades da Caixa abrirão duas horas mais cedo. A exceção são aquelas que normalmente abrem às 9h: nesse caso, começam a atender uma hora antes e fecham uma hora depois. O funcionamento de todas as agências do banco também terá duas horas a mais na terça (11) e na quarta-feira (12).

Para todos os trabalhadores, será possível sacar o dinheiro até 31 de julho de 2017. Por exemplo: se o trabalhador nascido em janeiro ainda não sacou o dinheiro, ele ainda pode fazer o saque até 31 de julho. Depois disso, só vai poder sacar esse dinheiro seguindo as regras antigas --ao se aposentar ou se for comprar a casa própria, por exemplo.

Nessa segunda fase, mais de 7,7 milhões de brasileiros poderão sacar R$ 11,2 bilhões. O valor representa 26% do total das contas inativas.
Na primeira fase de saques do FGTS, que foi de 10 a 31 de março, foram sacados R$ 5,9 bilhões, que equivale a 85% do previsto pela Caixa (R$ 6,96 bilhões). Os saques foram feitos por 3,7 milhões de pessoas nascidas em janeiro e fevereiro.



Uol

COTAÇÕES: Dólar, Euro, Libra e Peso.

COMPRAVENDAVARIAÇÃO
Dólar com.3,13703,1390-0,36%
Dólar tur.3,12003,3100+0,92%
Euro3,31983,3217-0,39%
Libra3,89093,8959+0,04%
Pesos arg.0,20580,2062+0,39%

Fonte: Thomson Reuters

Dólar fecha em queda de 0,36%, a R$ 3,139, após três altas seguidas



O dólar comercial fechou esta segunda-feira (10) em queda de 0,36%, cotado a R$ 3,139 na venda, após três altas seguidas. Na sexta-feira, a moeda norte-americana havia subido 0,14%. 

Investidores estavam mais confiantes que o governo conseguirá aprovar a proposta de reforma da Previdência. Nesta segunda-feira, os ministros Henrique Meirelles (Fazenda) e Dyogo Oliveira (Planejamento) saíram em defesa do projeto, desenhando cenários ruins para a economia sem sua aprovação.

Na semana passada, os investidores reagiram mal e adotaram estratégias defensivas após o governo recuar e abrir mão de pontos da proposta original da reforma da Previdência para tentar garantir sua aprovação no Congresso Nacional.

No exterior, o mercado estava cauteloso em relação às eleições presidenciais na França. Investidores temem que uma vitória da candidata de extrema-direita Marine Le Pen possa prejudicar as relações internacionais e comerciais com o país europeu.





Uol/Reuters

A reação do mundo ao bombardeio dos EUA na Síria

Respostas da comunidade internacional sobre o bombardeio dos EUA na Síria conduzido por Trump mostram como o planeta está dividido em relação aos rumos dessa guerra

Foto: Divulgação


Os Estados Unidos realizaram a sua primeira ofensiva militar contra o exército da Síria na noite desta quinta-feira ao bombardear a base aérea de Al-Shayrat, província de Homs.

O movimento foi uma resposta ao suposto ataque químico conduzido pelo regime de Bashar Al-Assad no início da semana em Khan Sheikhun, em Idlib.

O ataque americano aconteceu na base de onde os aviões em tese responsáveis pelo massacre químico teriam decolado.

Segundo o Pentágono, essa base é, ainda, o local no qual o governo sírio estaria armazenando essas armas. 59 mísseis foram lançados pelos EUA do Mar Mediterrâneo.

Autoridades de Alemanha, França, Espanha, Reino Unido, Canadá e Israel manifestaram nesta sexta-feira (07/04) seu apoio ao bombardeio dos Estados Unidos.
Confira as reações da comunidade internacional:

SÍRIA. O comando do exército da Síria rechaçou a ação militar americana contra a sua base aérea e segue afirmando não ter tido qualquer responsabilidade sobre o uso de armas químicas contra civis. Ao todo, o ataque deixou 9 mortos e dezenas de feridos. Para as autoridades sírias, ao bombardear o regime de Assad, os EUA fortaleceram o grupo extremista Estado Islâmico, que tenta estabelecer um califado na Síria e Iraque, e o Frente de Conquista do Levante (ex-Frente Al-Nusra que já foi ligado à rede Al Qaeda). Agora, o governo promete realizar “a maior ofensiva” contra os rebeldes e disse que os americanos foram convencidos a agir depois de terem sido “inocentemente convencidos por uma campanha falsa de propaganda”.

RÚSSIA E IRÃ. Moscou também condenou o ataque, o classificando como uma agressão a um Estado soberano e violação de direito internacional, e anunciou nesta manhã a suspensão de um acordo firmado com os EUA no qual os países coordenavam suas ações militares na Síria. Acusa, ainda, o governo Trump de usar o episódio para desviar a atenção da situação em Mosul (Iraque), onde o exército americano lidera uma ofensiva contra o EI e tenta retomar o controle da cidade. Aliado de Assad, o país também nega que o regime sírio disponha de armas químicas. O Irã, por sua vez, “condena energicamente” o bombardeio.

CANADÁ O gabinete do primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, se manifestou nessa manhã em apoio ao governo Trump e reforçou a sua posição por “esforços diplomáticos” para resolver a crise no país. “O ataque em Idlib nesta semana e o sofrimento dos sírios são crimes de guerra inaceitáveis”, pontuou sobre o suposto uso de armas químicas pelo regime Assad.

JORDÂNIA E ARÁBIA SAUDITA. No Oriente Médio, Jordânia e Arábia Saudita, aliadas de longa data dos EUA, também apoiaram a ação. A Jordânia classificou a ação do país como “necessária e apropriada”, enquanto os sauditas elogiaram o que chamaram de “decisão corajosa” de Trump.

REINO UNIDO. O governo da conservadora Theresa May apoiou os EUA completamente e classificou o ato como “resposta apropriada ao ataque bárbaro com armas químicas cometido pelo regime sírio”.

ALEMANHA E FRANÇA. Angela Merkel e François Hollande divulgaram um comunicado conjunto no qual atribuíram ao governo Assad “plena responsabilidade” pela resposta americana.

TURQUIA. Aliada dos rebeldes que lutam contra Assad, a Turquia enxergou o ataque como positivo e nota que Assad tem de ser punido “no plano internacional”. Além disso, o país cobrou a criação de uma zona de exclusão aérea na Síria que possa proteger a população de novos bombardeios.

CRUZ VERMELHA. Uma das organizações humanitárias mais ativas na Síria, a Cruz Vermelha classificou o conflito no país como “conflito armado internacional”. Sem se posicionar exatamente sobre a ação militar, a entidade lembrou que, à luz do Direito Humanitário Internacional, todo conflito, interno ou externo, deve observar a proteção de civis e instalações médicas.




Pragmatismo Político

2 de abril de 2017

Internado, Luiz Melodia começa quimioterapia em preparo para transplante de medula

Informamos que o Cantor LUIZ MELODIA se encontra hospitalizado desde terça-feira (28/03) no Hospital Quinta D’Or; seu quadro é estável.

Luiz Melodia vai passar por autotransplante de medula Foto: Reprodução/Facebook


O cantor Luiz Melodia começou neste sábado a quimioterapia contra um tipo de câncer de sangue, no Quinta D'Or, na Zona Norte do Rio. Ele está internado na unidade desde a última terça-feira, quando iniciou o tratamento de um mieloma múltiplo diagnosticado há meses.

A assessoria do artista informou nas redes sociais que o quadro de saúde de Melodia é estável. Mesmo assim, o músico foi internado no Centro de Tratamento Intensivo por sofrer de baixa glicemia e acidez sanguínea depois da sessão de quimioterapia.

Luiz permanecerá internado para que as sessões de quimioterapia sejam realizadas com maior segurança.

O tratamento vai servir de preparação para um autotransplante de medula — única saída efetiva para a recuperação total do músico, segundo a produção. O cantor continuará internado em nome da segurança das próximas sessões quimioterápicas.

No quarto, Luiz Melodia recebe "o carinho e atenção de seus parentes". A produção pediu ainda o envio de energias positivas para a mais rápida recuperação do artista.



Extra online




COTAÇÕES: Dólar, Euro, Libra e Peso.

COMPRAVENDAVARIAÇÃO
Dólar com.3,12963,1311-0,41%
Dólar tur.3,11003,3000+0,61%
Euro3,33123,3333+0,17%
Libra3,91343,9167-0,13%
Pesos arg.0,20280,2032-0,88%

Fonte: Thomson Reuters


25 de março de 2017

COTAÇÕES: Dólar, Euro, Libra e Peso.

COMPRAVENDAVARIAÇÃO
Dólar com.3,10703,1083-0,94%
Dólar tur.2,95003,2700-1,21%
Euro3,35523,3577-0,76%
Libra3,87413,8764-1,35%
Pesos arg.0,19910,1994-0,99%

Fonte: Thomson Reuters

21 de março de 2017

Durante show, Victor se pronuncia sobre denúncia de agressão: 'A gente crê no que quer'




                                                                                                             Foto: Divulgação/Tv globo



Durante um show de Victor e Leo em Biguaçu (SC) no último domingo, 19, Victor se pronunciou sobre a denúncia de agressão contra a mulher, Poliana Bragatini. A dupla não deu entrevistas no camarim, como de costume, mas o cantor resolveu falar sobre o fato durante a apresentação.

"Você passa por uma experiência muito dura, muito difícil na sua vida, você percebe a verdadeira essência de conhecer o lado do outro e respeitar o lado do outro quando o outro passa por uma dificuldade grande também. Sinceramente, é um tempo bom para dividir com as pessoas que simplesmente não quiseram crer no pior. Porque a gente crê no que a gente quer, né. Não naquilo que é verdade. O que é verdade a gente nem conhece. As pessoas que quiseram crer na minha verdadeira essência são as pessoas que conhecem o meu lado bom, meu lado artístico e humano", disse.

E continuou: "Agora, enquanto a gente percebe um monte de gente xingando, julgando e condenando na situação que eu passei, o que eu aprendi com isso foi que, quando eu vi aquele tantão de gente condenando sem julgamento algum eu percebi que minha ficha caiu nessa hora e eu disse: já fui igualzinho a vocês. Agora sou menos", completou Victor, e agradeceu ao seu irmão Leo pelo apoio.

No dia 24 de fevereiro, Poliana registrou um boletim de ocorrência alegando que marido a agrediu e que foi impedida de deixar o local. No dia seguinte, ela fez o exame de corpo de delito, que deu negativo para lesão corporal.




Estadão




16 de março de 2017

Travessia e tragédia

Marinha italiana registra momento em que barco com imigrantes naufraga no Mediterrâneo (reprodução)

As precárias embarcações que cruzam o mar diariamente representam esperança de vida decente para milhares de refugiados, mas também um iminente encontro com o naufrágio e seu consequente desfecho: a morte por afogamento.

Embarcar em um navio capenga, navegar em condições deploráveis, estar à mercê das intempéries climáticas e aportar a salvo em território europeu não é tarefa fácil.

Já na tentativa de travessia em botes, o inferno se consolida quando eles desinflam: muitos migrantes caem na água e são arrastados pela correnteza; outros tantos sucumbem asfixiados pela emanação de combustível altamente tóxico; diversos outros se asfixiam entre a multidão de passageiros apavorados, que lutam para tirar a própria cabeça da água; centenas padecem afogados no fundo dos botes ou morrem de hipotermia. Há vários que jazem de desidratação e fadiga após semanas de viagem. Ao desembarcar em terra firme, quando não se deparam com muros ou arame farpado, os que resistiram enfrentam a criminosa xenofobia – eis o desafio dos desvalidos, caro leitor.

A Agência da ONU para refugiados (Acnur) revela que, em 2016, mais de 5 mil pessoas morreram na travessia do norte da África para a Europa e tiveram sua vida drasticamente interrompida. Uma média de 14 seres humanos mortos por dia e um incalculável número de famílias destroçadas.

Relatório elaborado pela mesma ONU aponta que aproximadamente 62% das pessoas que tentam chegar à Europa são consideradas refugiadas, ou seja, com chances reais de receber asilo. As demais são classificadas como migrantes que se deslocam em busca de melhores condições de vida e não correm risco em seu país de origem.

Esse fluxo contínuo de pessoas está relacionado, principalmente, à situação de guerra, de perseguição e de conflitos armados existente em diversos países, sobretudo na África e no Oriente Médio.

Cabe ressaltar que a condição de refugiado só ganhou dimensão jurídica no plano global recentemente. É de meados do século passado o conjunto de codificações jurídicas que confere status de “refugiadas” às pessoas que saem de sua terra de origem de modo forçado na expectativa de encontrar abrigo e sobreviver longe dos infortúnios.

Vez por outra, a mídia noticia episódios escabrosos, como o do menino sírio de 3 anos, Aylan Kurdy, encontrado morto em setembro de 2015 em uma praia da Turquia. A imagem do corpo abatido banhado pelas ondas chocou o mundo, sensibilizando parcelas da sociedade civil com o drama dos refugiados.

Mas quantos Aylans desaparecem diariamente nesse imenso cemitério chamado Mar Mediterrâneo? Quais iniciativas estão sendo tomadas para que casos como o dele nunca mais aconteçam?

Autoridades políticas pegam carona nas catástrofes e bradam solidariedade. Embaladas pelos holofotes, prometem o que de largada não vão cumprir: “Já estamos recebendo crianças imigrantes com conexão familiar no Reino Unido e vamos acelerar esse processo”, disse David Cameron. A bravata soa demasiadamente condoída ao sofrimento dos combalidos, mas bastou o desligar das câmeras para que os bastidores derretessem as promessas, desnudando o oportunismo calhorda. É o cinismo em estado puro ditando a regra de um altruísmo de fachada.

Nem o clamor do sumo pontífice, Papa Francisco, cujas palavras costumam engendrar ações tímidas de determinados governos, foi suficiente. O líder supremo, em voz solitária, mais de uma vez clamou pelos refugiados: “Suas histórias e suas faces nos chamam para renovar o esforço e construir a paz na Justiça. Por isso queremos estar com eles; encontrá-los, acolhê-los e escutá-los para, juntos, construirmos a paz”. Foi completamente ignorado!

Nenhum ser humano é ilegal, caro leitor, e a migração sempre foi parte da condição humana. Quando as pessoas estão desesperadas, nada as impede de ir embora.

Estima-se que até 2050 haverá cerca de 250 milhões de pessoas forçadas a abandonar sua terra por causa de mudanças climáticas ou de desastres naturais, sem contar as deslocadas por conflitos. Portanto, chegamos a um momento nevrálgico da história humana, e a questão dos migrantes e refugiados precisa ser tratada como imperativo categórico.

É inadmissível que os governos salvem as instituições bancárias da bancarrota, invistam recursos no desenvolvimento de novas tecnologias, patrocinem guerras bilionárias, mas sejam incapazes de fornecer locais seguros e estrutura digna para pessoas que foram forçadas pelas circunstâncias a abandonarem sua casa, descontextualizadas à força.

Se não resgatarmos os valores humanos de solidariedade, acolhimento e compromisso com o “outro”, a humanidade continuará à deriva.

*Luis Gustavo Reis é professor, editor de livros didáticos e colabora para Pragmatismo Político