13 de junho de 2017

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Fonte: Thomson Reuters

Estudantes se vestem de Ku Klux Klan na Bahia e causam revolta

Estudantes de escola particular da Bahia, estado com o maior número de negros do Brasil, se vestiram como membros do grupo racista americano Ku Klux Klan. Em uma das imagens, aluno aparece fazendo saudação nazista. Colégio divulgou nota sobre o episódio

Foto: Divulgação

Imagens de estudantes do 3º ano do Colégio Anchieta, em Salvador, trajados como membros da Ku Klux Klan (KKK) estão provocando revolta nas redes sociais.

A Ku Klux Klan (KKK) é uma organização declaradamente racista que promove a superioridade dos brancos e pratica atos contra os negros nos Estados Unidos. O grupo já foi responsável por centenas de assassinatos de negros ao longo da história. A ‘KKK’ justifica sua homofobia, xenofobia e racismo com passagens da Bíblicas.

Os alunos da escola particular aparecem em pelo menos duas fotos publicadas na internet. Em uma delas, eles estão ao lado de um outro colega branco que faz uma saudação nazista.

Na outra imagem, os estudantes fantasiados de ‘KKK’ estão ao lado de um jovem negro. Curiosamente, o caso ocorreu na Bahia, estado que tem, proporcionalmente, o maior número de negros no Brasil.

As imagens vieram à tona depois que outros alunos, indignados com a postura dos colegas, resolveram divulgá-las nas redes sociais em tom crítico.

“O pior é que os garotos estavam cheios de orgulho desfilando dentro e fora da escola com essa fantasia. Fiquei extremamente incomodada”, disse uma das alunas em um perfil no Facebook.

“Pelo que foi relatado, esses alunos ‘fantasiados’ foram conduzidos de carro pelos próprios pais até o Colégio Anchieta e assim entraram/circularam pelas dependências sem nenhuma intervenção?”, questionou um internauta.
NOTA

A instituição de ensino divulgou uma nota afirmando que a encenação é “incoerente com os objetivos com a filosofia do Colégio Anchieta”.

O colégio ressaltou que não comunga com a ação dos alunos, mas alega que, “como educadores, sabemos que no trabalho com jovens, vez por outra, eles podem se equivocar no agir e no pensar, o que requer nossa orientação como parte efetiva de intervenção no mundo adolescente”.

As imagens dos estudantes baianos lembra casos semelhantes que aconteceram em duas festas escolares no Rio Grande do Sul. Na ocasião, os alunos se vestiram de empregadas domésticas, mecânicos e garis no evento batizado de “Se nada der certo”, em alusão a atividades que fariam caso seus planos de vida fracassassem.




Pragmatismo Político

Rússia prende mais de 2 mil em protesto

Milhares de russos saíram às ruas ontem, em quase 200 cidades do país, para protestar contra a corrupção e o governo de Valdimir Putin. A mobilização foi reprimida pela polícia.

Segundo dados da ONG russa OVD-Info, mais de 2 mil manifestantes foram presos. O opositor Alexei Navalny foi um dos detidos. Navalny é hoje o principal nome da oposição russa e pretende disputar a eleição de março de 2018 contra Putin. De acordo com sua mulher, Yulia Navalnaya, ele foi preso quando saía de casa.

A polícia russa confirmou a detenção e disse que o levou para um juiz, por violar as regras de manifestações e por se recusar a obedecer as leis. A manifestação havia sido aprovada pela Prefeitura de Moscou, mas os opositores mudaram o trajeto para os arredores do Kremlin.

A capital Moscou e São Peterburgo concentraram a maioria das prisões, mas também houve detenções em várias cidades do interior russo. Somente em Moscou foram mais de 700 prisões, de acordo com a OVD-Info.

Os atuais protestos na Rússia são os maiores do país nos últimos anos. Os atos criticam a corrupção no país e os excessos do governo Putin.

O protesto de ontem ocorreu no dia em que é comemorada a independência russa. O último grande ato havia sido em 26 de março, quando milhares marcharam em dezenas de cidades do país.

Os Estados Unidos condenaram a repressão e pediram a libertação imediata dos manifestantes. "O povo russo merece um governo transparente e responsável", afirmou o porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer.




Destak Jornal

Poupança tem maior ganho em 11 anos

A desaceleração da inflação está contribuindo para elevar a rentabilidade da mais tradicional modalidade de aplicação financeira no país. No acumulado em 12 meses até maio, a caderneta de poupança ofereceu um ganho real (descontada a inflação) de 4,37%, segundo levantamento da provedora de informações financeiras Economática.

Trata-se da maior taxa de retorno desde 2006, quando o modalidade rendeu 5,1% na mesma base de comparação.

O IBGE divulgou na sexta-feira que o IPCA, a inflação oficial, ficou em 0,31% no mês de maio, acumulando variação de 3,6% em 12 meses. Com isso, o ganho real da poupança no mês foi de 0,27%.

No acumulado em cinco meses, o retorno descontada a inflação está em 1,66%, se aproximando do ganho real obtido nessa aplicação durante todo 2016 (1,9%).

A poupança teve, ainda, desempenho melhor nos últimos 12 meses do que outras aplicações, como ouro, dólar e euro (veja ao lado).

Mercado reduz projeção

A contar pela projeção do mercado, a poupança vai seguir elevando seu retornoneste ano.

De acordo com o Boletim Focus, divulgado ontem pelo Banco Central (BC) que reúne as estimativas de cerca de cem analistas, a inflação em 2017 deve ficar em 3,71%, contra 3,91% projetados uma semana antes.

Também a projeção para a taxa básica de juros, a Selic, ajuda a aumentar as vantagens da poupança contra outras modalidades.

A previsão do Boletim Focus é que a Selic fecha o ano em 8,50%; ela está em 10,25% ao ano. Sempre que há cortes nos juros, a caderneta ganha atratividade.




Destak Jornal

Quase 2 bilhões de pessoas não terão acesso à água em 2025

Água, a tragédia invisível: agravadas pelo aquecimento global, desigualdades e falência dos Estados, secas podem atingir 1,8 bilhões de pessoas em oito anos. Número de refugiados começa a disparar. “Comunidade internacional” permanece passiva


Baher Kamal | Tradução: Inês Castilho, Outras Palavras

Em 2025, ou seja, em menos de oito anos, 1,8 bilhão de pessoas padecerão da mais absoluta escassez de água, e dois terços da humanidade sofrerá de estresse hídrico – a não ser que a comunidade internacional reaja e tome providências.

Cresce atualmente o medo de que o avanço da seca e dos desertos, assim como a progressiva escassez de água e a insegurança alimentar gerem um “tsunami” de refugiados e imigrantes climáticos. Diante disso, não é de estranhar que a Convenção das Nações Unidas de Luta contra a Desertificação (UNCCD, na sigla em inglês) considere a seca como “um dos quatro cavaleiros do Apocalipse”.

A demanda por água poderá aumentar 50% em 2050. Com o crescimento demográfico, particularmente nas terras secas, cada vez mais pessoas dependem do abastecimento de água potável em terras que se degradam, alerta Monique Barbut, secretária da UNCCD, que tem sede em Bonn, Alemanha.

A escassez hídrica é um dos grandes desafios do século 21. A seca e a falta d’água são consideradas os desastres naturais com maiores consequências, pois geram perdas ecológicas e econômicas a curto e a longo prazo, além de causar impactos secundários e terciários.

Para mitigar as consequências, é preciso haver uma preparação para a seca, que seja sensível às necessidades humanas e ao mesmo tempo preserve a qualidade ambiental e os ecossistemas. É necessário contar com a participação de todos os atores, inclusive dos usuários e provedores do serviço, na busca de soluções – afirma a UNCCD. “Atribui-se à seca — um perigo natural complexo, que avança lentamente e tem consequências ambientais e socioeconômicas generalizadas — mais mortes e deslocamentos de pessoas do que qualquer outro desastre natural.”
Seca, escassez hídrica e refugiados

Monique Barbut lembrou que as regiões propensas à seca e à escassez hídrica são, em geral, locais de origem de muitos refugiados. Nem a desertificação nem a seca são causas de conflitos ou migrações forçadas, mas podem elevar o risco de sua ocorrência e intensificar os já existentes, explicau ela.

“Fatores convergentes como tensões políticas, instituições frágeis, marginalização econômica, ausência de redes de segurança social ou rivalidade entre grupos criam as condições que levam as pessoas a não conseguir fazer frente às dificuldades. Um dos últimos exemplos conhecidos são a seca e a escassez de água contínuas na Síria, de 2006 a 2010”, lembrou Barbut.
Em 2045 haverá 135 milhões de pessoas desabrigadas?

A UNCCD ressalta que os desafios geopolíticos e de segurança que ameaçam o mundo são complexos, mas com a implantação de melhores práticas de gestão territorial pode-se ajudar as populações a adaptar-se às mudanças climáticas, assim como a construir capacidade de resistência à seca.

Além disso, é possível reduzir o risco de migrações forçadas e conflitos pela escassez de recursos naturais e assegurar a produção de uma agricultura sustentável e de energia. “A terra é a verdadeira aglutinadora de nossas sociedades. Reverter os efeitos de sua degradação e da desertificação por meio de uma gestão sustentável não só é possível como é o próximo passo lógico para as agendas de desenvolvimento nacionais e internacionais”, observou.

A UNCCD alerta que 12 milhões de hectares de terras produtivas tornam-se estéreis a cada ano, devido à seca e à desertificação, o que representa a redução da oportunidade de produzir 20 milhões de toneladas de grãos. “Não podemos seguir permitindo que as terras se degradem, quando deveríamos elevar a produção de alimentos em 70% para alimentar, em 2050, toda a população mundial”, ressalta.

“A intensificação sustentável da produção de alimentos com menos insumos, que evitam maior desmatamento e a expansão de cultivos em áreas vulneráveis, deve ser uma prioridade para os políticos responsáveis”, sugere. Além disso, a secretaria da UNCCD ressalta que o aumento das secas e das inundações repentinas — as mais fortes, mais frequentes e mais generalizadas — destroem a terra, principal reserva de água doce da Terra. “A seca mata mais pessoas que qualquer outra catástrofe ligada ao clima, e avançam os conflitos entre comunidades por causa da escassez de água”, afirmou. “Mais de um bilhão de pessoas não têm acesso à água, e a demanda aumentará 30% até 2030”, acrescentou.
Segurança nacional e migrações

Mais de 40% dos conflitos dos últimos 60 anos estão relacionados ao controle e à divisão de recursos naturais, o que expõe um número cada vez maior de pessoas pobres à escassez hídrica e à fome, e cria as condições para a falência de Estados e conflitos regionais, alerta a UNCCD.“Grupos não estatais aproveitam-se dos grandes fluxos migratórios e das terras abandonadas”, observa. “Quando bens naturais, como a terra, são mal administrados, a violência pode converter-se no principal meio para o controle dos recursos naturais, e isso os tira das mãos de governos legítimos”, alerta.

O número de migrantes vem crescendo rapidamente, em escala mundial, há 15 anos, chegando a 244 milhões em 2015, mais que os 222 milhões de 2010 e os 173 milhões de 2000. A UNCCD recorda a relação entre esse número de migrantes e as dificuldades em matéria de desenvolvimento, em particular as consequências da degradação ambiental, a instabilidade política, a insegurança alimentar e a pobreza, assim como a importância de atender os fatores e as causas de raiz da migração irregular.

A perda de terras produtivas faz com que as pessoas elejam opções arriscadas. Nas áreas rurais, onde elas dependem de terras pouco produtivas, a degradação dos solos é responsável pela migração forçada, explica a secretária. “A África é particularmente suscetível, pois mais de 90% de sua economia depende de recursos sensíveis ao clima, como a agricultura de subsistência, que precisa das chuvas.”

“A não ser que mudemos nossa forma de administrar a terra, nos próximos 30 anos poderemos deixar um bilhão de pessoas, ou mais, vulneráveis e sem opções, a não ser fugir ou lutar”, disse ela. Melhorar o rendimento e a produtividade da terra permitirá aumentar a segurança alimentar e o rendimento dos usuários de terras e agricultores mais pobres, recomenda a UNCCD. “Por sua vez, estabiliza a renda da população rural e evita o deslocamento desnecessário de pessoas e suas consequências.”

Por outro lado, a UNCCD trabalha com parceiros como a Organização Internacional para as Migrações para fazer frente aos desafios colocados pela degradação de terras, os movimentos massivos de pessoas e suas consequências. Também procura demonstrar como a comunidade internacional pode aproveitar as capacidades e habilidades dos migrantes e refugiados, além de ressaltar o valor das remessas que eles enviam a seus países para construir a capacidade de resistência.



Pragmatismo Político
Foto: Divulgação

Jovens são detidos com drogas em Carpina

Dois jovens, entre eles uma adolescente, foram detidos no último domingo (11), com drogas, na Praça Joaquim Nabuco, centro de Carpina. Segundo a polícia, após receberem a informação de que um ex-presidiário iria entregar o material ilícito na cidade de Lagoa do Carro, o efetivo realizou rondas e abordou um táxi, quando viu quatro pessoas embarcando nele. Na verificação, os PMs encontraram no banco traseiro, 10 big bigs de maconha, onde o indivíduo Lucas Felipe Gomes de Oliveira, 19, assumiu a propriedade da droga e relatou que tinha dado a namorada, V.E.P.S; 16, para que escondesse. Foi encontrado com ele, R$ 100,00 em espécie e com a garota, R$ 80,00, além de 3 celulares.Ambos foram levados juntamente com os materiais para a DP de Carpina, onde foi lavrado o flagrante do jovem Lucas e um BOC em desfavor da menor.



Voz de Pernambuco


3 de junho de 2017

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Fonte: Thomson Reuters