25 de março de 2017

COTAÇÕES: Dólar, Euro, Libra e Peso.

COMPRAVENDAVARIAÇÃO
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Dólar tur.2,95003,2700-1,21%
Euro3,35523,3577-0,76%
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Fonte: Thomson Reuters

21 de março de 2017

Durante show, Victor se pronuncia sobre denúncia de agressão: 'A gente crê no que quer'




                                                                                                             Foto: Divulgação/Tv globo



Durante um show de Victor e Leo em Biguaçu (SC) no último domingo, 19, Victor se pronunciou sobre a denúncia de agressão contra a mulher, Poliana Bragatini. A dupla não deu entrevistas no camarim, como de costume, mas o cantor resolveu falar sobre o fato durante a apresentação.

"Você passa por uma experiência muito dura, muito difícil na sua vida, você percebe a verdadeira essência de conhecer o lado do outro e respeitar o lado do outro quando o outro passa por uma dificuldade grande também. Sinceramente, é um tempo bom para dividir com as pessoas que simplesmente não quiseram crer no pior. Porque a gente crê no que a gente quer, né. Não naquilo que é verdade. O que é verdade a gente nem conhece. As pessoas que quiseram crer na minha verdadeira essência são as pessoas que conhecem o meu lado bom, meu lado artístico e humano", disse.

E continuou: "Agora, enquanto a gente percebe um monte de gente xingando, julgando e condenando na situação que eu passei, o que eu aprendi com isso foi que, quando eu vi aquele tantão de gente condenando sem julgamento algum eu percebi que minha ficha caiu nessa hora e eu disse: já fui igualzinho a vocês. Agora sou menos", completou Victor, e agradeceu ao seu irmão Leo pelo apoio.

No dia 24 de fevereiro, Poliana registrou um boletim de ocorrência alegando que marido a agrediu e que foi impedida de deixar o local. No dia seguinte, ela fez o exame de corpo de delito, que deu negativo para lesão corporal.




Estadão




16 de março de 2017

Travessia e tragédia

Marinha italiana registra momento em que barco com imigrantes naufraga no Mediterrâneo (reprodução)

As precárias embarcações que cruzam o mar diariamente representam esperança de vida decente para milhares de refugiados, mas também um iminente encontro com o naufrágio e seu consequente desfecho: a morte por afogamento.

Embarcar em um navio capenga, navegar em condições deploráveis, estar à mercê das intempéries climáticas e aportar a salvo em território europeu não é tarefa fácil.

Já na tentativa de travessia em botes, o inferno se consolida quando eles desinflam: muitos migrantes caem na água e são arrastados pela correnteza; outros tantos sucumbem asfixiados pela emanação de combustível altamente tóxico; diversos outros se asfixiam entre a multidão de passageiros apavorados, que lutam para tirar a própria cabeça da água; centenas padecem afogados no fundo dos botes ou morrem de hipotermia. Há vários que jazem de desidratação e fadiga após semanas de viagem. Ao desembarcar em terra firme, quando não se deparam com muros ou arame farpado, os que resistiram enfrentam a criminosa xenofobia – eis o desafio dos desvalidos, caro leitor.

A Agência da ONU para refugiados (Acnur) revela que, em 2016, mais de 5 mil pessoas morreram na travessia do norte da África para a Europa e tiveram sua vida drasticamente interrompida. Uma média de 14 seres humanos mortos por dia e um incalculável número de famílias destroçadas.

Relatório elaborado pela mesma ONU aponta que aproximadamente 62% das pessoas que tentam chegar à Europa são consideradas refugiadas, ou seja, com chances reais de receber asilo. As demais são classificadas como migrantes que se deslocam em busca de melhores condições de vida e não correm risco em seu país de origem.

Esse fluxo contínuo de pessoas está relacionado, principalmente, à situação de guerra, de perseguição e de conflitos armados existente em diversos países, sobretudo na África e no Oriente Médio.

Cabe ressaltar que a condição de refugiado só ganhou dimensão jurídica no plano global recentemente. É de meados do século passado o conjunto de codificações jurídicas que confere status de “refugiadas” às pessoas que saem de sua terra de origem de modo forçado na expectativa de encontrar abrigo e sobreviver longe dos infortúnios.

Vez por outra, a mídia noticia episódios escabrosos, como o do menino sírio de 3 anos, Aylan Kurdy, encontrado morto em setembro de 2015 em uma praia da Turquia. A imagem do corpo abatido banhado pelas ondas chocou o mundo, sensibilizando parcelas da sociedade civil com o drama dos refugiados.

Mas quantos Aylans desaparecem diariamente nesse imenso cemitério chamado Mar Mediterrâneo? Quais iniciativas estão sendo tomadas para que casos como o dele nunca mais aconteçam?

Autoridades políticas pegam carona nas catástrofes e bradam solidariedade. Embaladas pelos holofotes, prometem o que de largada não vão cumprir: “Já estamos recebendo crianças imigrantes com conexão familiar no Reino Unido e vamos acelerar esse processo”, disse David Cameron. A bravata soa demasiadamente condoída ao sofrimento dos combalidos, mas bastou o desligar das câmeras para que os bastidores derretessem as promessas, desnudando o oportunismo calhorda. É o cinismo em estado puro ditando a regra de um altruísmo de fachada.

Nem o clamor do sumo pontífice, Papa Francisco, cujas palavras costumam engendrar ações tímidas de determinados governos, foi suficiente. O líder supremo, em voz solitária, mais de uma vez clamou pelos refugiados: “Suas histórias e suas faces nos chamam para renovar o esforço e construir a paz na Justiça. Por isso queremos estar com eles; encontrá-los, acolhê-los e escutá-los para, juntos, construirmos a paz”. Foi completamente ignorado!

Nenhum ser humano é ilegal, caro leitor, e a migração sempre foi parte da condição humana. Quando as pessoas estão desesperadas, nada as impede de ir embora.

Estima-se que até 2050 haverá cerca de 250 milhões de pessoas forçadas a abandonar sua terra por causa de mudanças climáticas ou de desastres naturais, sem contar as deslocadas por conflitos. Portanto, chegamos a um momento nevrálgico da história humana, e a questão dos migrantes e refugiados precisa ser tratada como imperativo categórico.

É inadmissível que os governos salvem as instituições bancárias da bancarrota, invistam recursos no desenvolvimento de novas tecnologias, patrocinem guerras bilionárias, mas sejam incapazes de fornecer locais seguros e estrutura digna para pessoas que foram forçadas pelas circunstâncias a abandonarem sua casa, descontextualizadas à força.

Se não resgatarmos os valores humanos de solidariedade, acolhimento e compromisso com o “outro”, a humanidade continuará à deriva.

*Luis Gustavo Reis é professor, editor de livros didáticos e colabora para Pragmatismo Político

Estado registra quase mil homicídios em 2017

Balanço da SDS revela que nos dois primeiros meses do ano houve 977 casos, 47% a mais do que o mesmo período de 2016

Pernambuco registrou 977 Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) nos dois primeiros meses de 2017. Isto representa um aumento de 47% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram contabilizados 661 homicídios em todo o Estado. Os dados foram divulgados ontem pela Secretaria de Defesa Social (SDS).

Do total de assassinatos registrados no primeiro bimestre deste ano, 480 foram contabilizados em janeiro e 497 em fevereiro. Vale destacar que, pelo terceiro mês consecutivo, o Estado registra recorde histórico no número de homicídios, apontando a maior quantidade de assassinatos já registrada desde a criação do programa de segurança Pacto Pela Vida (PPV), que completa dez anos em maio.

Para tentar diminuir os homicídios, a SDS vai implantar um novo esquema de investigação. Os homicídios deixaram de ser apurados exclusivamente pelas delegacias especializadas, que ficarão apenas com os casos mais complexos e registrados em 2016 e 2017. Assassinatos de proximidade, que envolvem familiares e amigos, por exemplo, serão distribuídos para as delegacias dos distritos. Outras especializadas, como a Delegacia de Meio Ambiente e do Idoso, receberão inquéritos antigos ainda sem resolução.

Diferentemente dos CVLIs, os Crimes Violentos Patrimoniais (CVP) de fevereiro apresentaram diminuição em relação ao mês de janeiro de 2017. Ao todo, no segundo mês do ano, foram registradas 9.046 ocorrências, incluindo roubos a ônibus, bancos e veículos. Em janeiro, a SDS contabilizou 11.230 casos do tipo.

Ainda em fevereiro, foram contabilizados 175 roubos a coletivos, 13% a menos que os 199 assaltos registrados em janeiro. Houve, ainda, diminuição do número de roubos de veículos, com 1.552 ocorrências em fevereiro. Em janeiro, aconteceram 1.775 casos.

Em relação aos bancos, nas ações consumadas houve queda de 33% no Estado, com quatro investidas a menos contra bancos, caixas eletrônicos e carros-fortes, comparando os dados de janeiro e fevereiro deste ano. Já nas tentativas, a redução chegou a 40%, com duas ocorrências a menos.

Violência contra mulher

Ao longo do mês de fevereiro, Pernambuco contabilizou 128 estupros e 2.243 ocorrências de violência doméstica contra mulheres, de acordo com o balanço divulgado ontem pela SDS. Os números apresentaram redução em relação a janeiro, quando foram contabilizadas 167 estupros e 2.915 casos de violência doméstica contra mulheres.




Fonte: Destak Jornal

COTAÇÕES: Dólar, Euro, Libra e Peso.

COMPRAVENDAVARIAÇÃO
Dólar com.3,10323,1040-0,23%
Dólar tur.3,09003,2700+0,31%
Euro3,32793,3300-0,01%
Libra3,82933,8313+0,43%
Pesos arg.0,20030,2005+0,45%

Fonte: Thomson Reuters

12 de março de 2017

Impeachment na Coreia do Sul

A Corte Constitucional da Coreia do Sul aprovou hoje, por unanimidade, o impeachment da presidente Park Geun-hye.

Baek Seung-ryul/Yonhap 
Envolvida em um escândalo de corrupção, Geun-hye estava afastada desde a aprovação pelo Parlamento em 9 de dezembro do ano passado. Um novo presidente deve ser escolhido daqui a 60 dias. 

A Corte Constitucional da Coreia do Sul aprovou por unanimidade nesta sexta-feira (10) o impeachment da presidente Park Geun-hye, após ele ter sido aprovado pelo Parlamento em 9 de dezembro do ano passado, com mais de dois terços dos votos. Um novo presidente deve ser escolhido daqui a 60 dias. Segundo Lee Jung-Mi, presidente do Tribunal, Park, envolvida em um escândalo de corrupção, "prejudicou seriamente o espírito da democracia e do Estado de Direito", e, por isso, todos os oito juízes julgaram haver razão suficiente para sua deposição. Park estava afastada da Presidência desde a decisão do Parlamento no ano passado. O comando do país está a cargo do primeiro-ministro, Hwang Ky -ahn.

Com a aprovação do impeachment, Park também perde a imunidade presidencial e pode ser processada.

Acusações Park é acusada de permitir que uma amiga íntima de mais de 40 anos, Choi Soon-sil, filha de um líder de uma seita religiosa, exercesse influência considerável em assuntos que variavam da escolha de pessoas para altos altos cargos do governo até o guarda-roupa dela, além de ajudar a extorquir dezenas de milhões de dólares de empresas sul-coreanas.





Uol

9 de março de 2017

COTAÇÕES: Dólar, Euro, Libra e Peso.

COMPRAVENDAVARIAÇÃO
Dólar com.3,19413,1947+0,73%
Dólar tur.3,03003,3500+0,9%
Euro3,37763,3784+1,28%
Libra3,88173,8826+0,87%
Pesos arg.0,20530,2058+1,63%

Fonte: Thomson Reuters

6 de março de 2017

Cresce reincidência na Funase em 2016

Em 2016, 61,8% dos jovens que deram entrada em uma unidade da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) de Pernambuco eram reincidentes. Em números absolutos, dos 3.289 jovens que chegaram à fundação no ano passado, 2.034 já tinha passagem por ela. A estimativa é maior do que em 2015, quando 59,3% dos 3.272 jovens apreendidos eram reincidentes. Vale destacar que os dados referentes a 2016 disponibilizados pela Funase ainda estão sendo finalizados e os números podem ter alterações. A Funase afirma que não possui dados de reincidência para os anos de 2013 e 2014.

Outro dado que chama atenção é que, no ano passado, 96% dos jovens que deram entrada na Funase eram do sexo masculino. Além disto, em 2016, os atos infracionais que mais levaram a apreensões de jovens foram roubo (49,8%), tráfico de entorpecente (20,7%) e homicídio (10,1%). Entre os anos de 2013 a 2016, a maioria dos infratores que deram entrada na fundação tinha entre 16 e 18 anos.

O papel da Funase é promover, no âmbito estadual, a Política de Atendimento aos Adolescentes envolvidos em ato infracional, com privação e restrição de liberdade, visando a garantia dos seus direitos fundamentais, por meio de ações articuladas com outras instituições públicas e a sociedade civil organizada. O público alvo são adolescentes de ambos os sexos, dos 12 aos 18 anos de idade incompletos e, excepcionalmente, dos 18 aos 21 anos de idade, envolvidos em ato infracional.

A diretora-presidente da Funase, Nadja Alencar, reconhece que o grande número de reincidentes não é algo bom, mas afirma que o maior desafio está no retorno dos jovens infratores à sociedade. "Enquanto eles estão sob nossa custódia participam de atividades educativas, profissionais, mas, infelizmente, em alguns casos, quando retornam à sociedade acabam voltando para o crime, pois falta apoio e acolhimento da família e da sociedade", avalia.

De acordo com a diretora-presidente, a Funase tem buscado intensificar a educação e profissionalização dos internos. "A maioria deles tem baixa escolaridade. Então, um dos nossos objetivos é a frequência deles em sala de aula, para que ao sair de nossas unidades eles dêem continuidade e tenham um objetivo de vida", disse.

Atualmente, todas as unidades da Funase contam com escola estadual de ensino. Além do ensino regular, são desenvolvidas com os jovens atividades culturais e profissionalizantes, como capoeira, futebol, serigrafia, robótica, horta agrícola, entre outras.

"Para este ano, estamos desenvolvendo projeto voltado às práticas restaurativas, para que os jovens deixem de lado as práticas mais violentas e restaurarem as relações com familiares, amigos, educadores. Estamos definindo ainda uma política de combate às drogas. Para isto, vamos intensificar parcerias com prefeituras".

Novas unidades

Três novas unidades da Funase estão previstas para serem entregues neste ano, sendo dois Centros de Atendimento Socioeducativo (Case), um no Cabo de Santo Agostinho e outro em Jaboatão, e um Centro de Internação Provisória (Cenip), no Recife. Juntas, as três unidades estão orçadas em cerca de R$ 65 milhões e vão abrir 320 novas vagas. Atualmente, a Funase dispõe de 1.139 vagas, distribuídas em seis Cenips, oito Cases, oito Casas de Semiliberdade (Casem) e uma Unidade de Atendimento Inicial (Uniai).





Destak Jornal 

Pressão na Coreia do Norte

    Após mísseis, Seul, Washington e Tóquio decidem aumentar pressão sobre Coreia do Norte

  • Membro da Força de Autodefesa do Japão, tendo ao fundo uma unidade de mísseis PAC-3 Patriot, posicionados em Tóquio contra o disparo de mísseis da Coreia do Norte.

  • Representantes dos governos de Coreia do Sul, Estados Unidos e Japão coordenaram posições nesta segunda-feira (6) após o lançamento de quatro mísseis balísticos realizado pelo exército da Coreia do Norte.

    O responsável do Escritório de Segurança Nacional (NSO) de Seul, Kim Kwan-jin, conversou por telefone com o conselheiro nacional de segurança dos EUA, Herbert R. McMaster, e ambos decidiram aumentar a pressão e as sanções sobre Pyongyang, segundo porta-vozes do governo sul-coreano citados pela agência "Yonhap".
Por sua parte, o ministro das Relações Exteriores sul-coreano, Yun Byung-se, e seu homólogo japonês, Fumio Kishida, também concordaram, em conversa telefônica, em reforçar a cooperação entre Seul e Tóquio para frear o que consideram provocações do regime de Kim Jong-un.

Além disso, o representante de Seul nas negociações para a desnuclearização da península coreana, Kim Hong-kyun, se reuniu por teleconferência com seus colegas americano, Joseph Yun, e japonês, Kenji Kanasugi.

Os quatro projéteis lançados nesta segunda pela Coreia do Norte de sua costa noroeste voaram cerca 1.000 quilômetros em direção ao leste e caíram no Mar do Japão.

Três deles caíram na Zona Econômica Especial (EEZ) do Japão --espaço que se estende cerca de 370 quilômetros a partir da costa japonesa--, perto do litoral da cidade de Akita.

O teste contribui para aumentar ainda mais a tensão na península coreana, onde na semana passada Washington e Seul iniciaram suas manobras militares anuais, as maiores até o momento.

Na sexta-feira (3), a Coreia do Norte ameaçou, através de seu jornal estatal "Rodong Sinmun", realizar novos testes de mísseis em resposta a estes exercícios, que Pyongyang considera um ensaio para invadir seu território.

Depois do registrado em 12 de fevereiro, o lançamento desta segunda é o segundo que a Coreia do Norte realiza desde que seu líder, Kim Jong-un, anunciou em sua mensagem de Ano Novo que Pyongyang estava finalizando o desenvolvimento de um ICBM, uma arma que poderia permitir-lhe no futuro atingir o território americano.




Uol

3 de março de 2017

COTAÇÕES: Dólar, Euro, Libra e Peso.

COMPRAVENDAVARIAÇÃO
Dólar com.3,11303,1150-1,15%
Dólar tur.3,10003,2800-0,91%
Euro3,30743,3124-0,17%
Libra3,82873,8340-1,05%
Pesos arg.0,20170,2020-1,46%

Fonte: Thomson Reuters