30 de junho de 2016

Pai recupera guarda da filha na Justiça para matá-la com golpes na cabeça

Chega ao fim a história do pai que recuperou na Justiça a guarda da filha de 6 anos - e a matou com golpes na cabeça

Pequena Ellie foi brutalmente assassinada pelo pai. Mãe foi cúmplice do crime. Avô gastou todas as suas economias tentando recuperar guarda da menina

Um caso envolvendo o assassinato brutal de uma menina de seis anos pelo próprio pai chegou ao fim na Inglaterra, após um julgamento cujos detalhes chocaram o país.

Ellie foi morta dentro de casa, em outubro de 2013. Por unanimidade, o júri considerou seus pais, Ben Butler e Jennie Gray, culpados. Ele foi condenado a no mínimo 23 anos de prisão, e ela, considerada cúmplice, a 42 meses.

O crime consternou os britânicos pela violência – a criança apresentava lesões no crânio e na coluna comparáveis às encontradas em pessoas que sofrem acidentes de carro em alta velocidade – e também pelo fato de Butler já ter sido acusado de agredir a filha quando ela ainda era um bebê.

Ele havia conseguido recuperar a guarda da menina apenas 11 meses antes de ela ser morta, após uma campanha para convencer as autoridades de que a condenação inicial havia sido um erro. Ele foi inocentado da acusação de agressão ao bebê em 2009 e, posteriormente, apesar de objeções da polícia, do serviço social e dos avós, conseguiu recuperar a guarda da filha na Suprema Corte.

Então o avô materno da menina, Neal Gray, pediu a abertura de um inquérito público para investigar a atuação da Justiça no episódio e lembrou da reação de pavor manifestada pela menina durante o processo de recuperação de guarda pelos pais.

“Ela tinha pesadelos e se escondia toda vez que um assistente social nos visitava”, disse à BBC.
‘Pai perfeito’

Em fevereiro de 2007, quando Ellie tinha pouco mais de um mês de vida, exames constataram graves ferimentos em seu cérebro típicos de casos em que o bebê é violentamente sacudido. Na época, o pai e a mãe não moravam juntos e ela havia deixado a filha com ele. Na versão do pai, ele estava jogando no computador quando percebeu que a menina estava ‘sem movimentos e muito branca’. Ela foi levada a um hospital onde o problema no cérebro – do qual ela se recuperou posteriormente – foi detectado.

O pai foi considerado culpado pelas agressões e condenado a 18 meses de prisão em 2009, mas, três anos depois, a Justiça britânica o inocentou – a conclusão foi de que os ferimentos poderiam ter sido “acidentais”.

Isso ocorreu após uma pesada campanha pela absolvição de Butler, comandada pelo famoso agente publicitário britânico Max Clifford – que mais tarde seria condenado por assédio sexual.

Pouco antes de conseguir a vitória, o casal participou de programas de TV britânicos – na ocasião, Gray dizia que o marido “estava tentando ser o pai perfeito”.

A decisão de devolver a guarda, no fim de 2012, ocorreu mesmo após assistentes sociais e os próprios avós de Ellie, com quem a menina estava vivendo, tecerem fortes críticas ao pai.

“Ela (a juíza) vai ter sangue em suas mãos se fizer isso”, havia dito Neal Gray, o avô materno – segundo a imprensa britânica, o casal gastou todas as suas economias, que totalizavam 70 mil libras (cerca de R$ 350 mil), lutando contra o pai nos tribunais.

Ao absolver Butler, a juíza Mary Hogg escreveu: “É uma alegria para mim ver o retorno de uma filha para os braços de seus pais. Essa história não acaba hoje, ainda há trabalho a ser feito”.

Com a decisão, o serviço de proteção dos assistentes sociais à garota foi suspenso e substituído por uma agência independente, responsável pelo acompanhamento do retorno da criança ao convívio dos pais.

Na imprensa, foram publicadas várias reportagens sobre a “família injustiçada” e o primeiro Natal que eles passariam juntos. Poucos meses depois, ela seria assassinada.
Surto de raiva

A menina de seis anos foi encontrada morta na casa da família em Sutton, a sudoeste de Londres, em 28 de outubro de 2013. Segundo a acusação, Butler teve um surto de raiva e aplicou golpes na cabeça de Ellie até que ela morresse.

Jennie Gray, afirmou a Promotoria, foi chamada pelo companheiro quando estava no trabalho. Ao chegar em casa, viu a filha morta, mas não ligou imediatamente para o serviço de emergência. Ela acabou condenada por crueldade infantil e por ter acobertado o homicídio.

Ellie viveu com os avós enquanto esteve separada do pai

O casal também inventou um plano para tentar destruir as provas do crime e encenar uma queda acidental antes de chamar a ambulância, uma farsa que envolvia o irmão mais novo de Ellie.

Eles mandaram a criança ir ao quarto da menina chamá-la para comer bolo – quando chamaram a emergência, duas horas após a morte da filha, era possível ouvir o menino dizer que “Ellie não estava acordando”.

O juiz do caso, Alan Wilkie, disse a Gray que ela havia sido “excepcionalmente ingênua e estúpida”. Ele afirmou ainda que a mulher, que era verbal e fisicamente abusada pelo marido, tinha uma dependência tão profunda dele que estava disposta a fazer qualquer coisa pelo companheiro, inclusive participar daquela “farsa grotesca”, referindo-se especificamente à ligação feita ao serviço de emergência duas horas após a morte de Ellie.

Sobre Butler, Wilkie disse: “Você é um homem egoísta, de temperamento difícil, violento e dominador, que considera seus filhos e sua parceira como troféus, como se eles não tivessem qualquer função a não ser satisfazer suas fantasias infantis e sentimentalizadas de vida familiar – com você como patriarca a quem todos deveriam obedecer.”
Revisão

A investigação sobre a morte de Ellie fez com que a Justiça revisasse o caso que absolveu Ben Butler no passado. Com isso, novas informações vieram à tona.

Ao considerar que o pai da menina não havia sido responsável pelos ferimentos em Ellie quando bebê, a juíza Mary Hogg afirmou que havia ocorrido um “erro judicial”.

Jennie Gray foi condenada por ajudar marido a tentar encobertar o crime

O efeito disso foi a revogação de qualquer forma de proteção à menina, que retornou à casa dos pais sem qualquer acompanhamento para saber se ela estava sendo bem cuidada.

“A ordem da juíza deu permissão a Butler para apresentar o documento emitido por ela a qualquer escola, médico, assistente social, enfermeiro ou policial que viesse a entrar em contato com a família”, explicou o repórter da BBC que cobriu o caso, Gaetan Portal.

“Butler teve, como efeito disso, a garantia de uma poderosa arma legal contra qualquer um que levantasse questionamentos ou preocupações sobre o bem-estar de Ellie no futuro. A juíza também determinou que os assistentes sociais locais não poderiam mais supervisionar a menina.”

Profissionais independentes ficaram com a missão de acompanhar o caso, mas nunca receberam informações sobre o histórico da família ou sobre as questões que pairavam sobre Butler, que tinha outros registros de violência contra, por exemplo, uma ex-namorada.

Eles foram orientados apenas pela decisão de Hogg, que classificava as acusações contra o pai como “um erro”.

A equipe de assistentes sociais independentes acompanhou o retorno de Ellie para casa por três meses e não reportou nenhum problema familiar. Eles entregaram o relatório final à Justiça em abril de 2013, seis meses antes do crime.

Segundo funcionários da escola da menina, ela faltou bastante à escola nos meses anteriores a seu assassinato. Ao ser cobrada pelo envio de atestados médicos que comprovassem os motivos das ausências, Grey ficou “irritada e agressiva”, disse ao júri a assistente administrativa Kelly Vennard. Ela chegou a dizer que qualquer assunto deveria se tratado com advogados.

Imagem capturada de vídeo no qual o pai aparece gritando ao lado de Ellie

O avô materno de Ellie critica o sistema que permitiu a devolução da guarda da neta a seu assassino.

“O sistema falhou com ela, e conosco também. É tarde demais para Ellie, mas não para salvar outras crianças”, afirmou. “Quero garantir que isso jamais ocorra com outra criança.”

Em entrevista à BBC, o avô contou que ele e sua esposa receberam um telefonema da filha na véspera do assassinato em que ela ofereceu um encontro com a menina por apenas meia hora em uma lanchonete.

“Foi em 27 de agosto de 2013, um dia antes de ela morrer”, lembrou. “Ela não era a Ellie que conhecíamos. Tinha marcas na testa e arranhões”, disse. Questionado pelo apresentador sobre a reação da menina ao se despedir dos avós, se ela havia protestado, ele respondeu que “não”. “Havia tristeza em seus olhos”, disse à BBC Neal Gray que lembrou também de Ellie em dias mais felizes. “Ela era uma menina fantástica. Muito extrovertida, bonita, sempre em movimento. Era muito inteligente. Foram os melhores dias de nossas vidas”, completou Gray, hoje, viúvo.




BBC/Pragmatismo Político

27 de junho de 2016

Conservatório abre inscrições para o II Encontro Pernambucano de Prática Instrumental do Frevo


Estão abertas até o dia 15 de julho as inscrições para o II Encontro Pernambucano da Prática Instrumental do Frevo. Realizado pelo Conservatório Pernambucano de Música (CPM), o encontro será nos dias 02 a 04 de agosto de 2016, no CPM. As inscrições são presenciais e devem ser realizadas na secretaria do Conservatório, localizada na Av. João de Barros, 594, Santo Amaro, Recife. Mais informações: 3183-3400.

A iniciativa busca oferecer aos estudantes e profissionais um diálogo com artistas, além do aprimoramento da linguagem instrumental do Frevo, Patrimônio Imaterial da Humanidade. As aulas e oficinas são nas áreas de Sax (Spok), Trombone (Nilson Amarantes), Guitarra (Renato Bandeira), Percussão (Adelson), Trompete (Roque Netto) e Baixo (Fernando Rangel). O encontro ainda terá apresentações da Spok Frevo Orquestra, de Duda e sua Orquestra.

A solenidade de abertura, dia 02, será feita pela Orquestra de Frevo Maestro Duda. No dia 03, a apresentação será da Orquestra Frevo Essência. Dia 04 as Orquestras dos maestros Duda, Spok fazem o encerramento do encontro.

OFICINAS:

De 02 a 04 de agosto 
Horário: 09h as 12h e 14h as 17h

OFICINEIROS:

Sax - Maestro Spok
Trompete - Roque Netto
Trombone - Nilson Amarantes
Percussão - Adelson Pereira
Baixo elétrico- Fernando Rangel
Guitarra - Renato Bandeira

APRESENTAÇÕES:

ABERTURA:

02.08 – 9h – Estúdio/Auditório Cussy de Almeida
ORQUESTRA DE FREVO MAESTRO DUDA DO CPM (Regência: Prof. Nino)

03.08 – 17h – Pátio do CPM
ORQUESTRA FREVO ESSÊNCIA

ENCERRAMENTO:

04.08 – 17h – Pátio do CPM
DUDA E SUA ORQUESTRA (Regência: Maestro Duda)
SPOK FREVO ORQUESTRA (Regência: Spok)
ORQUESTRA DE ALUNOS E PROFESSORES (Regência: Prof. Nino)

Todos os eventos têm entrada gratuita
Inscrições gratuitas na secretaria do Conservatório até o dia 15 de julho
Informações: 3183-3400
www.conservatorio.pe.gov.br

COTAÇÕES: dólar, Euro, Libra e Peso.

COMPRAVENDAVARIAÇÃO
Dólar com.3,40553,4070+0,81%
Dólar tur.3,35003,51000,0%
Euro3,74783,7524+0,16%
Libra4,48344,4887-2,93%
Pesos arg.0,22340,2239-1,06%
Fonte Thompson Reuters


Carta de socorro de uma menina abusada pelo pai: "mãe, me ajuda!"

Menina escreve carta à mãe e denuncia pai por estupro: ‘Me ajuda. Me perdoa’. Criança de 12 anos diz que tentou pedir socorro antes, mas teve medo. No texto, a menina descreve como ocorriam os crimes

“Eu pedi a Deus coragem para entregar essa. Por isso eu ficava com raiva de repente, nem ele nem a senhora me viram chorando, mas eu choro muito”, diz trecho da carta

Uma carta foi a maneira encontrada por uma menina de 12 anos para contar à mãe sobre os estupros sofridos pelo próprio pai, dentro da casa da família. O pedido de socorro foi entregue à polícia na Zona Leste de Manaus, e o homem foi preso na terça-feira (21).

No relato, a criança conta que os estupros ocorriam há algum tempo e que já havia escrito uma outra carta para a mãe, mas não teve coragem de entregar. No texto, ela pede ajuda.

O tenente B. Chaves, da 4ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), contou que foi abordado pela menina e pela mãe, ambas abaladas. Após ouvir o relato das duas e ler a carta, uma viatura foi até a casa da família e o homem foi preso em flagrante. As informações são da mídia local e do G1 AM.

A menina contou à polícia que foi vítima de mais um estupro na tarde de terça e, por isso, decidiu escrever a carta para a mãe. “Ela sentia vergonha, tinha medo. Ela pedia perdão porque na cabeça dela estava traindo a própria mãe”, disse o policial.

No texto, a criança conta como ocorriam os crimes. A menina não cita quando os estupros tiveram início, mas afirma que eles ocorriam há muito tempo. Ela chega a pedir perdão para a mãe e a dizer que não conseguia impedir os abusos do pai.

“Mãe, me perdoa. Faz um tempo que isso está acontecendo […] hoje isso aconteceu, isso é tão nojento. Mãe, eu nunca teria coragem de dizer para ele parar. Tudo começou quando ele veio com uma história de que queria lutar. Eu queria tirar ele de cima de mim, mas eu não conseguia, depois eu deixei, mas na minha mente eu nunca quis, ele falava para eu não sair, só que me doía muito mas eu sempre deixava. […] Eu não queria olhar na cara dele, mas eu tinha que fingir que estava tudo normal. Eu não queria mais escutar no jornal coisa (sobre) abuso porque me doía muito. Eu já tinha escrito outra carta, só que não tive coragem de entregar. Eu pedi a Deus coragem para entregar essa. Por isso eu ficava com raiva de repente, nem ele nem a senhora me viram chorando, mas eu choro muito“, diz um trecho da carta.

Segundo a Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), o homem tem 34 anos, é industriário durante o dia e à noite faz bicos como mototaxista. Na delegacia, o pai negou as acusações da filha.

A menina foi encaminhada para exames no Instituto Médico Legal (IML). O laudo, segundo a assessoria da Polícia Civil, confirmou os abusos.

O pai da criança foi autuado por estupro de vulnerável e deve ser encaminhado à Cadeia Pública Raimundo Vidal Pessoa.





Fonte: Pragmatismo Político

22 de junho de 2016

Jiu-Jitsu: Inscrições abertas para a 2a etapa do campeonato Pernambucano


CAMPEONATO PERNAMBUCANO DE JIU JITSU 2016 - 2a ETAPA

A FJJPE convida a todos os atletas do nosso estado a participarem do Campeonato Pernambucano de Jiu-Jitsu 2016 - 1a Etapa, que será realizado nos dias 23 e 24 de JULHO de 2016, no ginásio do COLÉGIO VERA CRUZ DO RECIFE, localizado na Av. Rui Barbosa,57 bairro das Graças, na cidade do Recife - PE. (Mapa) O evento será para todos os atletas das idades de Pré-Mirim á Masters, masculino e feminino, e de todas as categorias de peso e faixa.

Ação popular solicita cancelamento do show de Wesley Safadão no São João de Caruaru

Apresentação está marcada para o dia 25 de junho 

Cachê do cantor cearense é R$ 575 mil em Caruaru e R$ 275 mil Campina Grande.
 Foto: Gil Alves/Divulgação

Uma ação popular distribuída nesta segunda-feira solicita o cancelamento do show de Wesley Safadão no São João de Caruaru, marcado para o dia 25 de junho. O processo, assinado pelos advogados Angelo Dimitre Bezerra da Silva, Ewerton Bezerra da Silva e Marcelo Augusto Rodrigues da Silva, cita o prefeito de Caruaru, José Queiroz, a presidente da Fundação de Cultura de Caruaru, Lúcia Lima, e as empresas Luan Promoções e Eventos, empresária do cantor cearense, e Alx Entretenimento, promotora do São João de Caruaru, de acordo com o documento.

A ação defende que há disparidades entre os valores pagos pelas prefeituras de Caruaru e de Campina Grande, na Paraíba, para a participação de Wesley, Aviões do Forró e Elba Ramalho nos festejos juninos. Para o show de Wesley Safadão, o investimento da cidade pernambucana foi de R$ 575 mil e o da paraibana, R$ 195 mil. Para Aviões do Forró, R$ 250 mil e R$ 195 mil. Para Elba Ramalho, R$ 190 mil e R$ 160 mil. Nesta terça-feira, o Ministério Público Federal em Caruaru instaurou um procedimento para investigar irregularidades nos contratos, baseado nas diferenças de cachês entre as festas.

Em nota enviada ao Viver, a Prefeitura de Campina Grande esclareceu que o valor pago pelo show de Wesley Safadão foi de R$ 295 mil - sendo R$ 195 mil da gestão municipal e R$ 100 mil de patrocínio privado. "Por efetuar os acertos de contratação com praticamente um ano de antecedência, foi possível à Prefeitura de Campina Grande garantir um valor vantajoso em relação ao atual cachê cobrado pelo artista, que tem alcançado um estrondoso sucesso de público e crítica nos últimos meses", argumenta o comunicado. O contrato será assinado nesta semana, segundo a assessoria de imprensa de Campina Grande.

As empresas responsáveis pelos shows de Aviões e Elba não são citadas judicialmente na ação. A ação popular relaciona ainda outros dois shows de Wesley, com trechos do Diário Oficial anexados: em 9 de junho, em Maracanaú (CE), por R$ 200 mil, e em 27 de junho, em Limoeiro, por R$ 450 mil. "Com esse quadro, não pairam dúvidas que as contratações firmadas pela Prefeitura de Caruaru/Fundação de Cultura foram superfaturadas, em flagrante prejuízo ao erário", defende o texto.

Os advogados solicitam ainda a requisição de documentos à prefeitura e às empresas citadas. À gestão municipal, pedem cópias dos contratos e dos processos de inexigibilidade de licitação. À Luan Promoções e Eventos Ltda., todos os contratos firmados com entes públicos durante 2016 e o "contrato de bonificação firmado com a Empresa Alx Entretenimento, estabelecendo a bonificação pela inclusão na grade do São João de Caruaru 2016".

A decisão do juiz deve ser publicada ainda nesta quarta-feira. "É de todo cabível a concessão de liminar, sem a ouvida da parte contrária, para o fim de determinar a suspensão do ato lesivo, qual seja, a apresentação do cantor Wesley Safadão", defende o texto. Os shows de Aviões do Forró e da cantora paraibana Elba Ramalho já foram realizados, nos dias 18 de junho e 4 de junho, respectivamente.



Caderno Viver
Diário de Pernambuco

13 de junho de 2016

Recife: Celpe remove 21 ligações clandestinas em barracas

Visando combater ligações irregulares de energia em barracas de fogos de artifícios, a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) está realizando ações de inspeção em pontos de comercialização dos produtos explosivos.

Durante as primeiras vistorias, na última sexta-feira (10), técnicos da concessionária identificaram e removeram instalações clandestinas de 21 barracas da região metropolitana do Recife.

Além de coibir as irregularidades, técnicos alertaram os comerciantes sobre os riscos da prática ilegal, que podem provocar incêndios e graves acidentes. A operação de fiscalização será mantida até o fim do período junino.

A Celpe reforça que os cuidados com as instalações elétricas no comércio de fogos de artifício devem ser redobrados para evitar curtos-circuitos ou sobrecargas e detonações. A empresa ressalta que a utilização de ligações clandestinas configura furto de energia, previsto no Código Penal Brasileiro.




Destak Jornal