25 de fevereiro de 2014

Garanhuns Jazz Festival 2014 divulga programação


O Garanhuns Jazz Festival (GJF), evento criado há sete anos como uma opção para quem deseja uma alternativa de diversão mais tranquila durante o Carnaval, chega em sua 7ª edição com uma série de novidades que vão transformar Garanhuns, município localizado no Agreste de Pernambuco, na capital do jazz e do blues entre os dias 1º e 4 de março. Serão diversos shows em palcos descentralizados, workshops e oficinas musicais, com conforto e horários super democráticos. E o melhor, toda a programação oficial do festival é inteiramente gratuita.

A grade de atrações desta edição merece destaque especial. Caprichada, a programação conta com diversos músicos pernambucanos, brasileiros – de estados como Rio de Janeiro, São Paulo, Minas, Fortaleza, Paraíba e etc – e do exterior. Entre os artistas nacionais, podemos citar a participação do cantor e compositor carioca Ed Motta, que fará uma participação especial do show de Izzy Gordon, a de George Israel, membro do Kid Abelha e um dos principais representantes do rock nacional, e a de Nasi, vocalista da banda de rock and roll Ira!, que se apresentará no palco principal do GJF antes de entrar em turnê nacional com a banda que o consagrou. Outra participação aguardada é a do Blues Etílicos, uma das mais tradicionais bandas do gênero no Brasil. Durante o festival, o grupo apresentará canções do seu mais recente álbum, “Puro Malte”, lançado em 2013. Também sobem ao palco a banda catarinense The Headcutters, que se inspira no timbre e na sonoridade do blues dos anos 50 e 60 para fazer som, e a dupla “Salimanga,” formada pelo guitarrista BC e pelo saxofonista Paulo Rogério, músicos que também integram a banda “Móveis Colonais de Acaju” e que mesclam ritmos brasileiros, como samba, choro e baião, com cadências latinas e com o jazz. Eles dividirão o palco com os pernambucanos Beto do Bandolim, Maestro Israel de França e Herick Faustino, que integra o Projeto Batuque.

Ainda marcam presença o gaitista Jefferson Gonçalves, o trompetista Mark Rapp, grande revelação do jazz de Nova York, e o também nova-iorquino Karl Dixon, cantor de jazz e soul do Harlem Jubilees Singers, um dos maiores grupos gospel dos Estados Unidos. O público ainda poderá conferir o guitarrista Edu Ardanuy, da banda Dr. SIN, o virtuoso guitarrista argentino radicado no Brasil Victor Biglione, o também guitarrista e violonista pernambucano Wallace Seixas. Dudu Lima, parceiro musical de Stanley Jordan que o considera o melhor baixista do Brasil, e a Contrabanda, um dos grupos instrumentais com maior destaque no cenário local, também abrilhantam a programação do festival.

De acordo com Giovanni Papaleo, músico e curador do evento, ao lado da Mono Produções Artísticas, além de abrir espaço para os artistas iniciantes, o festival tem como objetivo promover parcerias entre eles e músicos já consagrados do Brasil e do exterior. “A ideia é que o GJF seja reconhecido pelo seu perfil democrático e inclusivo. Queremos gerar intercâmbios culturais e valorizar nossa música”, explica. Este ano, o festival também conta com dois super shows de grandes nomes do blues de Chicago: os consagrados Mud Morganfield e Jimmy Burns. A sétima edição do festival também marca a volta de Jasiel Leite, saxofonista de jazz de Garanhuns que retorna da Europa após anos de estudos musicais, e da banda garanhuense “Valvulados”, que se apresenta pela primeira vez no palco Ronildo Maia Leite, na Praça Mestre Dominguinhos.

Já entre as novidades do festival, realizado pela Prefeitura de Garanhuns, sob gestão do prefeito Isaías Régis, podemos citar o upgrade do palco Pau Pombo, montado no Parque Ruber Van Der Linden, que este ano vai contar com uma super estrutura de som, iluminação e acomodação. Nesta edição também acontece a estreia do show “Divas”, que levará ao palco grandes revelações do jazz, blues e soul music. Nanny Soul, musa paulistana da black music, está entre as participantes e sobe ao palco para apresentar um repertório que vai além dos tradicionais grooves do gênero. Com larga experiência musical, Nanny atualmente faz parte da banda feminina do programa Altas Horas, apresentado por Serginho Groisman, na Rede Globo. A bela cantora de jazz e blues Dani Montuori, que se apresentou em 2012 no The Voice Brasil, também integra o time de musas do festival.

E os amantes do som potente das guitarras podem ficar sossegados, o Guitar Night está mantido na grade e mais uma vez contará com guitarristas consagrados, como o pernambucano Fred Andrade, Greg Wilson, Otávio Rocha, Arthur Menezes, Igor Albuquerque, Joanatan Richards e outros feras. Também está mantido o tradicional concurso de frases, que premiará os vencedores com instrumentos musicais cedidos por grandes nomes da indústria musical, além do Jazz Kids, ministrado pelo baterista garanhuense Bruno Fonseca e pelo gaitista Jefferson Gonçalves, que oferece atividades culturais para as crianças.

Com o objetivo de dar mais espaço aos artistas iniciantes, em 2014 o GJF inovou ao lançar um concurso cultural para selecionar, através do voto público e por uma banca de jornalistas especializados em música, um artista solo ou uma banda para tocar nos principais palcos do festival. A atração vencedora já foi definida: Pedro Black foi o grande destaque do concurso e se apresentará duas vezes durante o evento e, o melhor, ao lado de artistas consagrados.

O grande homenageado desta edição será Dominguinhos, músico nascido em Garanhuns no ano de 1941. Em tributo ao mestre, que faleceu em 2013, um dos palcos principais do evento, o Ronildo Maia Leite, será montado na Praça Cultural Mestre Dominguinhos. Durante os quatro dias de festival, as atrações incluirão no repertório canções de Dominguinhos, interpretando-as em ritmo de jazz e blues. Josildo Sá, cantor pernambucano de grande relevância na cena do forró, ritmo que em suas apresentações dialoga com diversas outras nuances musicais, e Liv Moraes, herdeira musical de Dominguinhos, são alguns dos artistas convidados para comandar a homenagem.





Movimentando o turismo e a economia

Nesta 7ª edição, a expectativa da organização do Garanhuns Jazz Festival é de que aproximadamente 30 mil pessoas visitem Garanhuns, também conhecida como “Suíça Pernambucana”. O grande fluxo de turistas deve injetar cerca de R$ 2,5 milhões na economia do município, localizado a 228 km da capital pernambucana, durante os dias de Carnaval. Mais de 800 empregos diretos e 500 indiretos estão sendo gerados pelo GJF. E os benefícios não param por aí. A rede hoteleira da cidade, por exemplo, formada atualmente por 22 empreendimentos, entre hotéis e pousadas, deve atingir 100% de ocupação durante o festival. Com opções para todos os bolsos e gostos, a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Garanhuns oferecerá durante o festival serviço de hospedagem, do tipo albergue, com diária de R$ 40 e café da manhã incluso. O valor arrecadado será destinado ao pagamento de gastos básicos da instituição e à participação em congressos nacionais.

Na cidade, uma superestrutura está sendo montada para garantir o conforto e a segurança das pessoas que irão assistir aos shows. Toda a área reservada para o evento terá cobertura e iluminação especial, além de contar com cadeiras e mesas totalmente gratuitas. “Nossa área coberta terá capacidade para oito mil pessoas sentadas. O palco e a estrutura de som também estão maiores este ano”, diz o prefeito Isaías Régis. Além disso, o público contará com minipraças de alimentação – com quiosques de alguns dos melhores bares e restaurantes da cidade –, banheiros químicos e surpresas relacionadas à decoração. “Quem chegar a Garanhuns vai se surpreender com a decoração alusiva ao jazz”, afirma Isaías.

O GJF é considerado atualmente um dos maiores e melhores festivais de jazz e blues do país, recebendo, inclusive, elogios de bandas e de críticos musicais de vários lugares do mundo. “O festival já é uma referência para o segmento. E está tomando proporções cada vez maiores, graças também a força da internet. Através das redes sociais recebo inscrições, mensagens e elogios do mundo inteiro, o que demonstra o alcance que a boa música tem”, explica Papaleo, que vê no fenômeno uma oportunidade de fortalecer ainda mais o jazz e o blues. Pioneiro, em 2009, o projeto GJF foi o vencedor do II Prêmio Mestre Salustiano, concedido pelo Governo do Estado aos melhores trabalhos que fomentam o turismo nos municípios de Pernambuco. “Isso é uma grande satisfação. Mostra que estamos indo pelo caminho certo. Porém, a responsabilidade de fazer um festival maior e melhor a cada ano também aumenta”.


Palco Ronildo Maia Leite (Praça Cultural Mestre Dominguinhos)

Shows a partir das 20h30

Sábado, 1º de março

1. Duo Taufic (RN) – Um dos mais conceituados duos de música instrumental do Brasil . Os irmãos Eduardo e Roberto Taufic são naturais de Natal/RN, porém Roberto Taufic reside na Europa.

2. Headcutters (SC) – grande revelação do blues nacional em 2013, a banda curitibana é considerada atualmente a principal representante do blues tradicional no Brasil e vem pela primeira vez ao Nordeste se apresentar com exclusividade no GJF.

3. Homenagem a Dominguinhos, em ritmo de Jazz&Blues com: Liv Moraes (PE), Josildo Sá (PE), João Neto (PE), Projeto Batuque (PE) e part. especial de Marcos Cabral (PE) – A jovem cantora Liv Moraes, herdeira musical do Mestre Dominguinhos, se reúne com Josildo Sá, uma das grandes vozes da música pernambucana, com João Neto, um dos melhores guitarristas do Nordeste do Brasil e ex membro da Banda de Dominguinhos, e com o Projeto Batuque, um dos principais trabalhos de música percussiva do estado e fiel representante da música instrumental de Garanhuns, para um super show. Os artistas ainda contam com a participação especial de Marcos Cabral, um dos mais completos guitarristas de Pernambuco. Esse projeto já foi apresentado com êxito no Recife Blues & Jazz Festival 2013 e no Jazz Porto 2013 e, em breve, será registrado também em CD. Durante o show, as músicas do Mestre Dominguinhos ganham arranjos e sonoridade do jazz e do blues sem perder sua essência.

4. Izzy Gordon (SP) convida Ed Motta (RJ) – Izzy Gordon, sobrinha de Dolores Duran e uma das mais conceituadas representantes do jazz paulista, se une a sua banda para convidar o amigo Ed Motta para uma participação especial num show de jazz, soul music e musica brasileira no palco do GJF 2014.


Domingo, 2 de março

1. Arthur Philipe & Quintessence (PE) com Wallace Seixas (PE), Dudu Lima (MG) e Jasiel Leite (PE) – Arthur, um dos mais requisitados “crooners” de jazz tradicional de Pernambuco, se une a Dudu Lima, baixista mineiro da banda que acompanha Stanley Jordan nos seus shows no Brasil, Wallace Seixas, um dos principais guitarristas de jazz da cena recifense e ao Maestro garanhuense Jasiel Leite, que volta de uma temporada de dois anos na Europa, para um show no GJF em homenagem ao jazz tradicional dos Estados Unidos e do Brasil.

2. Valvulados (PE) e Gabi da Pele Preta (PE) – A mais conhecida e atuante banda de soul music de Garanhuns se une à cantora revelação de Caruaru para um show de soul music e música nacional.

3. Ari Borger & Igor Prado (SP), part. especial de Tia Carroll (EUA) – Ari é considerado um dos principais organistas de blues da atualidade e seu mais recente CD, em parceria com Igor Prado, foi considerado um dos principais discos instrumentais nos Estado Unidos em 2013. Eles convidam a diva do blues da Califórnia, Tia Carroll, para um show “incendiário”.

4. Nasi (SP), part. especial de Jefferson Gonçalves (RJ) e Rodrigo Morcego (PE) – Antes de seguir com o IRA! para uma série de 200 shows pelo Brasil, Nasi revive músicas do seu projeto paralelo “Nasi e os irmãos do Blues” nos palcos do GJF, tendo a companhia de Jefferson Gonçalves, renomado gaitista de blues carioca, e Rodrigo morcego, um dos principais representantes do blues do Recife.


Segunda-feira, 3 de março

1. Contrabanda (PE) e Naná Maram (MG) com part, especial de Mark Rapp (EUA) – Uma das bandas mais destacadas do jazz pernambucano convida o guitarrista mineiro Naná Maram e o trompetista de New York Mark Rapp para um show instrumental de jazz. Mark Rapp é uma das principais revelações da nova cena do jazz de New York.

2. Show “Divas”, com Nanny Soul (SP), Dani Montuori (SP) & Bia Marchese (SP). Part. especial de Israel Silva (PE), Ricardo Lopes (AL) e Adriana Nascimento (PE) – Montado especialmente para o festival, o show une três jovens e talentosas cantoras ainda inéditas no Nordeste. Nanny Soul, a jovem revelação da soul music nacional, faz parte da banda do programa Altas Horas, de Serginhos Groisman. Dani Montuori foi revelada ao Brasil durante o reality show musical “The Voice Brasil 2012”, da Rede Globo, apresentando um trabalho baseado no jazz e no soul music. Já Bia Marquese é considerada por muitos como um dos principais destaques como vocal feminino de blues do Brasil. O show ainda contará com as participações de Israel Silva, virtuoso baixista e um dos mais atuantes representantes da música instrumental do Agreste pernambucano, com Adriana Nascimento, vocalista da Uptown Band e Ricardo Lopes, o mais atuante guitarrista da cena de jazz de Maceió.

3. Jimmy Burns (EUA) com UpTown Band (PE) e Marcelo Naves (SP). Part. especial de Anderson Silva (PE) – Uma das lendas vivas do blues de Chicago se une a Uptown Band, pioneira do blues de Pernambuco, e ao conceituado gaitista Marcelo Naves para um show de puro Chicago Blues. A apresentação também contará com a participação de Anderson Silva, uma maiores revelações da guitarra blues de Garanhuns.

4. Blues Etílicos (RJ) – Depois de vários anos sem se apresentar na região, “a maior banda de blues do Brasil” volta ao Nordeste para um show exclusivo no Garanhuns Jazz 2014.

Obs: Entre o terceiro e o quarto show, haverá uma performance de uma das mais destacadas bandas de rap de Pernambuco: “Loucos Nordestinos”.


Terça-feira, 4 de março

1. Salimanga (DF) com Beto do Bandolim (PE). Part. especial do Maestro Israel de França (PE) e Herick Faustino (PE) – O duo Salimanga é um projeto paralelo de jazz brasileiro do saxofonista e guitarrista do badalado grupo ”Móveis Coloniais de Acaju”. Eles convidam Beto do Bandolim para, juntos, executarem clássicos do chorinho nacional e frevos tradicionais de Pernambuco. O show contará com a ilustre participação do conceituado Maestro Israel de França, que é o Primeiro Violinista da Orquestra da Cidade de Granada, Espanha. Para completar o time, Herick Faustino, mestre de percussão do Projeto Batuque de Garanhuns.

2. Mud Morganfield (USA) com UpTown Band (PE) e Marcelo Naves(SP). Part. especial de Claudio Lins (PE) – O filho de Muddy Waters, Rei do Blues de Chicago, é considerado hoje um dos mais ilustres cantores de blues do mundo (entre outros projetos, ele faz parte atualmente do cast do musical da Broadway “Ghost of the Blues”). Mud vem ao Festival fazer uma homenagem ao pai, acompanhado dos velhos companheiros da Uptown e Marcelo Naves, sem falar na participação especialíssima de um dos principais guitarrista de blues de Pernambuco, o garanhuense Claudio Lins.

3. Guitar Night com Edu Ardanuy (SP), Joanatan Richards (PE), Greg Wilson (EUA), Otavio Rocha (RJ), Fred Andrade (PE), Artur Menezes (CE), Igor Albuquerque (PE) e part. especial de Karl Dixon, Thomaz Lera (SP) e Daniel Diniz (PE) – Um dos principais shows do festival reúne grandes guitarristas de vários gêneros e lugares para eletrizar o público. Edu Ardanuy é um conceituado guitarrista paulista e membro da banda Doctor SIN. Joanatan Richards é mais atuante guitarrista de blues de Caruaru. O norte-americano Greg Wilson é cantor e guitarrista da banda Blues Etílicos. Otavio Rocha também atua como guitarrista no Blues Etílicos e é um dos maiores mestres do “slide guitar”. Fred Andrade é um dos mais destacados representantes da música instrumental de Pernambuco. Artur Menezes, apesar de atualmente estar radicado em São Paulo, é considerado o principal guitarrista de blues do Ceará. Igor Albuquerque é a jovem revelação da guitarra jazz fusion de Garanhuns. Já Karl Dixon vem diretamente de New york para participar do festival como convidado de honra. O cantor é membro do renomado grupo gospel “Harlem Jubilees Singers”. Thomaz Lera e Daniel Diniz são os guitarristas membros da Uptown Band. Obs: Pedro Black também fará uma performance nesta noite.

4. George Israel (RJ), Victor Biglione (ARG) e Leo Israel (RJ) – George Israel, que é membro do Kid Abelha e um dos principais representantes do rock nacional, convoca seu filho, Leo Israel, para juntos com o guitarrista Victor Biglione realizar um show em homenagem ao rock nacional, com influências do jazz, fusion e blues.



Palco Pau Pombo (Parque Ruber Van der Liden Pau Pombo)

Shows das 15h às 17h30

Sábado, 1º de março

*Baião de 3, com Milena Raymer – A conceituada banda de Garanhuns, que reúne alguns dos principais representantes da música instrumental do Agreste de Pernambuco, convida Milena Raymer, uma das cantoras que mais se destaca no cenário musical da Paraíba, para um super show.


Domingo, 2 de março

*Israel Silva e Banda, part. especial Karl Dixon (USA) – O show da banda de jazz e soul music instrumental liderada pelo experiente baixista Israel Silva contará com a participação especial do cantor nova-iorquino, Karl Dixon.


Segunda-feira, 3 de março

*Vintage Pepper e Jefferson Gonçalves (RJ) – Apesar de ser relativamente nova no cenário de blues do Recife, a Vintage Pepper já é uma das mais atuantes bandas do gênero na cidade. O show do grupo no GJF ainda contará com a presença de Jefferson Gonçalves, renomado gaitista de blues do Rio de Janeiro.


Terça-feira, 4 de março

*Pedro Black (vencedor do Concurso Cultural do GJF), part. especial de Mark Rapp (USA) – O guitarrista revelação da cena instrumental de Pernambuco e também vencedor do concurso cultural de bandas do Garanhuns Jazz 2014 realiza seu show instrumental com a luxuosa participação de Mark Rapp, trompetista de jazz oriundo de Nova York.


Após os shows da programação oficial do palco Pau Pombo, o festival realizará Jam sessions, canjas informais, com a participação de artistas solos e de bandas que foram selecionadas através de contato por mensagem na fan page do Garanhuns Jazz Festival.


Oficinas musicais

Local: Palco Pau Pombo, Parque Ruber Van der Liden Pau Pombo

Inscrições: Centro Cultural Alfredo Leite Cavalcante, em Garanhuns, ou através do e-mailoficinasgaranhunsjazz@gmail.com.


Domingo – 2 de março

(10h30 até 12h) – Oficina de bateria com Bruno Fonseca. (Para todas as idades).

Segunda – 3 de março

(10h30 até 12h) – Oficina de gaita com Jefferson Gonçalves. (Para crianças).

(10h30 até 12h) – Oficina de gaita com Marcelo Naves. (Para todas as idades).

Terça – 4 de março

(10h30 até 12h) – Oficina de gaita com Jefferson Gonçalves. (Para adultos).

(10h30 até 12h) – Oficina de guitarra com Naná Maram. (Todas as idades).


Serviço – Garanhuns Jazz Festival


Palcos:

Pau Pombo (Parque Ruber Van Der Linden)

Shows de 1º a 4 de março, das 15h30 às 18h

Ronildo Maia Leite (Praça Cultural Mestre Dominguinhos)

Shows de 1º a 4 de março, a partir das 20h30





Entrada gratuita

Grade
Fonte: Verbo - Assessoria de Comunicação

18 de fevereiro de 2014

Australiana é presa por racismo em Brasília

Uma australiana foi presa em Brasília na noite da última sexta-feira (14) suspeita de agredir e ofender duas funcionárias e uma cliente negras de um salão de beleza da superquadra 115 Sul, além de desacatar o policial militar, também negro, que a conduziu à delegacia. Na delegacia, ela também ofendeu o agente responsável por atender a ocorrência. Parte da situação foi gravada pela recepcionista do local. O caso é investigado pela 1ª DP.

Segundo testemunhas, a suposta agressora tem cerca de 30 anos e entrou no estabelecimento para fazer as unhas do pé. A primeira pessoa que ela ofendeu foi uma manicure, que preferiu não se identificar por se sentir envergonhada. A profissional foi contratada pelo salão há uma semana.

A suposta agressora foi levada para a delegacia e foi transferida neste sábado (15) para a Penitenciária Feminina do Gama (Colmeia). Segundo a Polícia Civil, ela vive regularmente no Brasil há cinco anos e já foi detida por dirigir sob efeito de álcool.

A Polícia Civil informou que mulher foi presa por racismo e não por injúria racial porque disse que não poderia ser atendida pela funcionária negra. Ela cometeu segregação racial ao afirmar que a profissional não poderia executar o serviço por ser de “raça ruim”.

O encaminhamento para a penitenciária da Colmeia comprova que ela foi enquadrada por racismo, segundo a polícia. Se fosse por injúria, ela teria assinado um termo de comparecimento à Justiça e deixaria a delegacia. O crime de racismo é inafiançável. A suspeita pode permanecer presa por até um ano.

“Ela chegou e perguntou se havia alguém que pudesse fazer o pé dela. A recepcionista disse que sim, então ela sentou. Quando ela viu que seria eu, disse que não queria”, lembra a manicure. “Fiquei sem graça. Aí a menina disse que tinha então outra pessoa, e ela respondeu que podia ser a outra, porque ela era um pouco mais clara. Ela disse que eu era escura demais para fazer a unha dela.”

Minutos depois, a suposta agressora teria se incomodado com a presença da manicure e pedido que ela se retirasse. “Ela disse: ‘dá para você se retirar? Sua presença está me incomodando. Eu não quero que você fique perto de mim’. Subi na hora, não conseguia parar de chorar”, conta a profissional.

Dona do salão, Eliete Lima de Carvalho cuidava do cabelo de uma cliente e só percebeu o problema quando viu a manicure chorando. A proprietária subiu as escadas para o banheiro atrás dela para saber o que havia acontecido e, depois, voltou ao salão para exigir que a cliente se desculpasse.

“Ela disse que não ia se desculpar, que não tinha feito nada de errado. E aí começou a falar do trabalho da outra manicure, dizendo que ficou uma porcaria, que não ia pagar. Outra cliente, que é morena, ficou irritada e pediu para ela abaixar o tom, então ela disse ‘eu não sei por que essas pessoas de raça ruim insistem em falar comigo’. Precisei segurar a menina, que queria bater nela”, conta Eliete.

A discussão evoluiu para bate-boca e gritaria. A dona do salão acionou a Polícia Militar, mas a suposta agressora tentou fugir. Eliete afirma que pediu mais uma vez que ela se desculpasse, que a situação poderia ser contornada se ela reconhecesse que errou. “Ela disse que queria ver quem iria prendê-la por isso”, diz a proprietária.

Abordada por um PM negro, a australiana ainda teria gritado para que ele não dirigisse a palavra a ela. A cliente ofendida, as funcionárias, a dona do salão e a cliente de quem ela cuidava, que é advogada, foram para a delegacia prestar depoimento.

Assustada e desconfortável, a manicure que não quis se identificar disse que nunca passou por isso antes. “Ela insistiu que não queria nenhum de nós, pretos, falando com ela. Disse que éramos raça ruim”, conta.

De acordo com os dados mais atualizados disponíveis no site da Secretaria de Segurança Pública, houve 409 crimes raciais em 2012 no DF.
Protesto

Indignada com a situação, Eliete decidiu trabalhar com o cabelo o mais volumoso possível neste sábado. “Não admito funcionário tratar mal cliente, nem cliente tratar mal funcionário. E não admito preconceito, de forma alguma”, afirmou. “Ela me machucou profundamente. Agiu como se fosse melhor por não ser negra ou porque acha que ser manicure é ser inferior. Não aceito.”

No momento da confusão, havia cinco clientes e nove funcionárias no salão – quatro delas, negras. O estabelecimento funciona há dez anos.

Eliete disse ainda que, pela manhã, comentou com as funcionárias que achou absurdo o ocorrido com o jogador Tinga, do Cruzeiro, vítima de racismo durante partida contra o Real Garcilaso, pela Taça Libertadores, no Peru. “Ainda falei que era inadmissível, que esse era o tipo de coisa que eu não conseguia acreditar que ainda existia.”

O episódio de racismo contra o jogador ocorreu na cidade peruana de Huancayo. Tinga, que é negro, entrou no segundo tempo. Sempre que ele tocava na bola, a torcida do time da casa, fazia sons que imitavam um macaco.

Fonte: Pragmatismo Político


16 de fevereiro de 2014

Cake Boss – Bolos Incríveis

Os incríveis bolos decorados para ocasiões especiais estão na moda.
É um maior (e mais lindo) que o outro, não acham?

O Travel & Living Channel tem uma programação muito variada, e entre os meus programas preferidos está o Cake Boss.

O programa é uma série de televisão americana, em formato reality show, que relata o cotidiano de Buddy Valastro com a sua mãe, quatro irmãs e três cunhados. Em conjunto eles possuem uma padaria, a Carlo’s Bakery , em Hoboken, Nova Jérsei, onde dão destaque especial à confecção de bolos esculturais.

É impossível não se impressionar com os formatos e tamanhos dos bolos, que vão desde os comuns com um, dois ou três andares à esculturas de personagens, animais, entre outros. E sim, eles são totalmente comestíveis!

Confira agora alguns dos bolos incríveis que a Carlo’s Bakery já fez:










Fonte: Google

14 de fevereiro de 2014

Conselho de Medicina quer que cubanos trabalhem para médicos brasileiros

Chega a ser nojenta a notícia de que o Conselho Federal de Medicina fará uma campanha entre os médicos brasileiros para que ofereçam “empregos administrativos” em seus consultórios e hospitais para os médicos cubanos que “desertem” e abandonem seus postos de atendimento na periferia e no interior do Brasil.

— Vamos dar apoio aos cubanos, mas eles não poderão trabalhar como médicos. Primeiro, eles terão de buscar refúgio e asilo em embaixadas não alinhadas ideologicamente com Cuba. Enquanto isso, com a rede de 400 mil médicos brasileiros, vamos conseguir contratos de trabalho administrativo, para que eles então tentem o Revalida — afirmou neste domingo o presidente do CFM.

Fonte: Pragmatismo Político

O que estes “doutores” querem? Não se contentam em ser desprezados pelo povo brasileiro, querem levar as pessoas pobres que viram um médico pela primeira vez na vida, de volta ao abandono total?

Afinal, quem quer reduzir quem à condição de escravos, de seres inferiores e incapazes senão de servir aos senhores?

Vão lhe servir cafezinho e vocês tolerarão, por isso, que usem a roupa branca?

Vão ser os seus “negrinhos”? Como aquela imbecil que disse que as médicas cubanas tinham cara de “empregada doméstica”.

E que beleza, não é, nem direitos trabalhistas terão, porque não têm visto de trabalho no Brasil para nada senão o que são: médicos de família, doutores em medicina social.

Ou será que os estão provocando até que um deles, em nome de sua dignidade, lhes esbofeteie?

E aqueles brasileiros que estão lá, onde vocês não querem ir, nem ganhando quatro vezes mais do que os cubanos?

É gente simples, que não tem ninguém que olhe por ela, que suplica, implora , se ajoelha, até, para que se cuide de um filho doente.

Os dirigentes destas instituições não fizeram o Juramento de Hipócrates?

Não é possível que tenham prometido nunca ”causar dano ou mal a alguém.”

A mesquinhez e a crueldade de parte da elite brasileira chegou ao extremo.

Já não lhes basta viver na abundância: é preciso que os pobres morram na doença e no abandono.

Fernando Brito

4 de fevereiro de 2014

Câmbio: Dólar, Euro, Libra e Peso.

COMPRAVENDAVARIAÇÃO
Dólar com.2,43642,4371+1,02%
Dólar tur.2,33002,4900-0,8%
Euro3,29553,2974+1,32%
Libra3,97573,9783+0,31%
Peso0,30440,3046+1,2%

Fonte: Thomson Reuters

Exercícios de respiração podem controlar ansiedade, dores de cabeça e até cólicas menstruais


Na prática de Yoga existem exercícios específicos para utilizar a respiração em favor de estimular os demais órgãos vitais. Essa prática parte do princípio de que a respiração e mente são interdependentes e interpenetrantes, logo, quando estimuladas da maneira correta podem produzir alguns efeitos de controle, como explica Luciana Castro, professora de Yoga.

Luciana disse que esses exercícios são chamados de “Pranayama”, palavra em sânscrito que significa “o controle na nossa energia vital que é a respiração”. De acordo com Luciana as pessoas não reparam na própria respiração: “A gente não sabe respirar, usamos muito pouco da nossa capacidade pulmonar, respiramos muito pela boca, o que cansa mais e quando você puxa o ar pela boca e expele o ar saiu na mesma intensidade. Mas, quando você inspira pelo nariz e expira, o ar passa mais tempo circulando, subindo para o cérebro”, explicou.

Até para a prática de atividades físicas, a respiração deve ser vigiada e controlada para que o corpo responda aos exercícios de maneira mais satisfatória: “Seja caminhando ou correndo, inspira e solta o ar sempre pelo nariz, fecha a boca”, orientou a professora.

Além de servir para estimular todo o corpo, a respiração também pode acalmar: “A gente controlando nossa respiração, controlamos tudo a nossa volta. A ansiedade, o estress, os medos, as dores do corpo, insonia.”, completou Castro.

A professora ensinou um tipo de Pranayama para relaxar, para quem tem insônia ou muita ansiedade: “A respiração de hoje foi para fechar a narina direita, porque o lado esquerdo é o lado feminino, mais frágil, o lado da noite e da lua, então é uma respiração para a noite, porque você agitou o dia todo no trabalho e afazeres, então chega de noite está cansado e faz essa respiração que alivia, equilibra, acalma e ajuda a dormir”, garantiu.

O recomedado é que se faça 10 repetições: fecha a narina direita com o dedo polegar direito e enche e seca o pulmão, calmamente, por 10 vezes para relaxar o corpo, enfrentar medos e liberar tensões menstruais e enxaquecas.

Fonte: Altastral

3 de fevereiro de 2014

EFEITOS DA MENTIRA NO RELACIONAMENTO

Não existe nada mais devastador para um relacionamento do que a perda da confiança. A pessoa que mente, acaba com as chances de o amor dar certo. E com isso a relação nunca mais será a mesma.

Quando a mentira entra no relacionamento, pode acabar de vez com a confiança que existia entre o casal. Quem mente passa a conviver com dois fantasmas: o da MENTIRA e o do MEDO de ser descoberto. Por mais que a gente acredite que não vai fazer mal contar uma mentirinha para o parceiro, uma coisa é certa: mentira tem pernas curtas e o mal feito nem pernas têm. E pior, não existe mentira positiva. Todas são negativas e têm poder suficiente para acabar com qualquer relacionamento, já que a base mais sólida das relações humanas é a confiança.

A pior coisa que existe é uma pessoa descobrir que foi enganada. Por isso, mesmo que a verdade seja dolorosa, é melhor optar por ela, Assuma seu erro o mais depressa possível. Diga que mentiu, porque assim sua chance de ser perdoado é maior. É mais fácil perdoar uma fraqueza momentânea do que uma mentira. 

Também é mais fácil perdoar o mentiroso que assume sua fraqueza, do que perdoá-lo quando sabemos da mentira através de outra pessoa, afinal ninguém gosta de ser enganado. O relacionamento deixa de ser saudável no momento em que a mentira atravessa a relação. A partir daí o mentiroso passa a conviver com dois fantasmas: o da mentira e o do medo de ser descoberto. Talvez por isso, muita gente passe a acreditar na própria mentira. É como se, assim, pudesse se defender. Entretanto, ao ser descoberto, “bater o pé e persistir na mentira só vai piorar a situação.

O efeito desastroso da mentira.

Mentir pode causar danos irreversíveis à relação, pois o amor saudável se baseia, principalmente, na confiança. Sem confiança, não há tranqüilidade e o amor não amadurece. Quando um parceiro perde a confiança no outro, o relacionamento acaba. A sensação de sentir-se traído provoca muita dor e rompe com a parceria amorosa. O mentiroso jamais é perdoado, e aquele que foi enganado passa a desconhecer o outro, a questionar quem ele é, verdadeiramente. Diante da descoberta da traição, a pessoa passa a acreditar que seu relacionamento todo foi uma grande mentira.

Veja o que a mentira pode causar:

• Decepção: pela constatação de o parceiro não era exatamente quem a gente pensava que fosse.

• Sentimento de fracasso: pelo erro de avaliação e de ter se apaixonado por alguém que não é confiável.

• Desconfiança: é impossível permanecer num relacionamento se a capacidade de continuar apostando na relação foi destruída pela mentira.

• Ressentimento: sentir-se desconsiderado, desrespeitado e traído provoca mágoa e raiva. O ressentimento é diretamente proporcional à expectativa que se tinha sobre o parceiro.

• Desrespeito: o parceiro enganado, insconscientemente, se vinga do mentiroso e o clima entre o casal pode tornar-se hostil e perigoso.

• Desinteresse: ao ser enganado, o parceiro interrompe o afeto que era dirigido ao outro. Passa a ver o mentiroso como alguém a ser evitado.

• Ruptura: o amor não resiste. Mesmo que o sexo seja maravilhoso, também passa a ser questionado como possível encenação.




Fonte: Site Uma mulher
Imagem: pulguita